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A situação política em Guiné-Bissau registrou novos focos de tensão nesta semana devido a movimentações expressivas dentro das Forças Armadas. Informações recolhidas apontam um clima de descontentamento generalizado motivado pelo regresso anunciado do antigo presidente Umaro Sissoco Embaló.
Nos últimos dias, diversos integrantes da Guarda Presidencial foram transferidos para um quartel do Exército. A operação militar é vista por analistas como uma tentativa estratégica de neutralizar redes de apoio ainda fiéis ao ex-mandatário no território guineense.
As ordens para a realocalção dos soldados teriam partido do comando superior militar. O cenário de instabilidade gerou forte preocupação na capital Bissau, resultando no fechamento temporário de estabelecimentos comerciais e unidades de ensino.
Em paralelo, o Alto Comando Militar emitiu um comunicado oficial declarando que não assegura garantias plenas de segurança para o retorno do ex-presidente deposto. A decisão reforça o impasse institucional que afeta o país há meses.
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