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DANÇAS NEGRAS

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 “O filme Danças Negras é um manifesto político e cultural em forma de cinema, um grito de liberdade em tempos de opressão acentuada, vai além de um filme de Dança propriamente dita, ele mexe em feridas sociais que precisam ser curadas, ele dialoga com o tempo em que estamos vivendo, atravessa gerações, integra um mosaico de filmes com viés antirracista, um olhar que soma reflexões a outros olhares, de cineastas, artistas e pensadores que vieram antes da gente, os contemporâneos e outras que ainda virão no futuro” (João Nascimento)

JOÃO NASCIMENTO: Artista multilinguagens, pesquisador de cultura negra em diáspora e diretor das artes dos corpos dançantes e sonoros. Cineasta documentarista, realizou a direção (com Firmino Pitanga), roteiro e trilha sonora do filme “Danças Negras” e a direção da websérie Escola do Samba, produzidas pela Kalakuta Produções. Coordenador do Ponto de Cultura Afrobase, em 2006 cria a Cia de Dança Negra Treme Terra atuando como diretor geral nos espetáculos “Cultura de Resistência”; “Terreiro Urbano”; “Pele Negra, Máscaras Brancas” e “Anonimato – Orikís aos Mitos Pessoais Desaparecidos”. Graduado em produção musical na Universidade Anhembi Morumbi. Desde 2004 é integrante da Frente 03 de Fevereiro e co-criador do Filme Zumbi Somos Nós. Atualmente realiza a direção dos filmes “Tambores da Diáspora” e “Hip-Hop Caboclo”.

JULIANA JARDEL: Goianiense, é criadora, coreógrafa e intérprete do Grupo Corpo Suspeito. Desenvolve um método em dança intitulado Movimentos Atlânticos. Licenciada em Dança. (UFG). Mestre em Performances Culturais. (UFG). Doutoranda em Antropologia Social. (UFG). Integrante do LaGENTE- Laboratório de Estudos de Gênero, Étnico-Raciais e Espacialidades. (UFG).

ENOQUE SANTOS: Dançarino, Coreógrafo e Pesquisador desde 1984, atuante e representante genuíno de nossa cultura afro brasileira, é professor e dirigiu vários projetos pelo Brasil e no exterior, principalmente em São Paulo, Bahia, Paris, Berlin, Madri, Argentina. Liderou, elaborou e atuou em vários projetos de criação e de formação cultural e artística, com o objetivo de eternizar a cultura afro-brasileira, entre os jovens, crianças e adolescentes em projetos sociais, culturais e artísticos. Vêm trabalhando em várias unidades do SESC e dentro de projetos do Ministério da Cultura, como Cultura Viva no Parque Escola em Santo André, nos Pontos de Cultura e nas Oficinas Culturais de Diadema.

Mediação: Silvany Euclênio
Moderação do chat: Marina Niambi

FONTE/CRÉDITOS: Pensar Africanamente
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