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A 4ª edição da Bienal de Luanda começou em Angola nesta semana, reunindo chefes de Estado, antigos Presidentes e representantes de organismos internacionais para discutir caminhos rumo à paz e ao desenvolvimento no continente.
Na abertura do evento, o Presidente angolano, João Lourenço, defendeu a necessidade urgente de superar a insegurança e a instabilidade. Para o governante, tais barreiras dificultam o alcance das metas estabelecidas na Agenda 2063 da União Africana.
Mais de 400 delegados compareceram ao Palácio de Convenções na capital angolana. Entre os principais tópicos do encontro estão a ciência, a tecnologia e a governança da água como instrumento fundamental na prevenção de conflitos.
João Lourenço ressaltou a relevância de alinhar os debates locais com a temática adotada pela União Africana. O objetivo é consolidar propostas coletivas que serão levadas à próxima Conferência Mundial da Água das Nações Unidas.
Além disso, o chefe de Estado incentivou o envolvimento da juventude através da criação de start-ups tecnológicas voltadas para o saneamento. A iniciativa busca solucionar demandas comunitárias e fortalecer a diplomacia preventiva na região.
O evento resulta de uma parceria entre o governo de Angola, a União Africana e a UNESCO. A programação segue com diálogos intergeracionais voltados ao intercâmbio cultural e à cultura de paz entre as nações africanas.
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