Espaço para comunicar erros nesta postagem
Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
A exploração de petróleo na foz do amazonas foi alvo de duras críticas por parte de comunidades tradicionais do Marajó e da costa paraense nesta quinta-feira (15), em Belém (PA). Durante a 1ª audiência pública e Popular promovida pela Rede Grupo de Trabalho Amazônico no Ministério Público Federal, moradores denunciaram o tráfego de navios em áreas de pesca e a ausência de consulta prévia.
Procuradoria da República no Pará
Durante o encontro, pescadores de Salvaterra (PA) apresentaram formalmente o Protocolo de Consulta do Território Agroextrativista Pesqueiro do Curuanã. O documento estabelece que a palavra final sobre empreendimentos na região pertence à assembleia geral das comunidades.
O texto exige que o Estado ou empresas interessadas realizem consultas prévias para projetos de logística de petróleo, mineração ou obras públicas. Caso as diretrizes sejam ignoradas, os moradores prometem acionar o MPF e a Defensoria Pública.
Posicionamento das autoridades
O procurador da República Rafael Martins da Silva afirmou que o MPF permanece vigilante contra ameaças ao modo de vida local. Já o procurador regional Felício Pontes Jr criticou o modelo predatório de desenvolvimento imposto à Amazônia.
Representantes do Ibama destacaram a importância de acompanhar o cumprimento de condicionantes ambientais. Em contrapartida, o governo do Amapá defendeu os investimentos na Margem Equatorial para evitar declínios na arrecadação pública a partir de 2033.
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se