GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

Durante um ato político pela democracia realizado na periferia de São Paulo, o cantor emicida declarou publicamente que o rap nunca se alinha ao lado do opressor. A manifestação ocorreu para engajar moradores e debater direitos civis nas comunidades.

O músico utilizou o espaço do microfone para reforçar seu posicionamento ideológico. Segundo ele, a frase exata que resume o movimento é que o papel da cultura urbana jamais será o de compactuar com a dominação.

Para o artista, a sonoridade das ruas funciona primordialmente como uma ferramenta de contestação social. Essa postura consolida o ritmo como um canal legítimo de expressão para as populações que vivem à margem das grandes decisões políticas.

Publicidade

Leia Também:

O evento reuniu ativistas, moradores e diversos nomes da cena local. A proposta central consistiu em fomentar o diálogo sobre cidadania e a relevância da participação popular na política atual.

A escolha da região periférica para sediar o encontro reforça os laços históricos do hip-hop com as áreas marginalizadas. As letras ecoam as principais necessidades de quem busca visibilidade e justiça social.

A participação de figuras públicas no ato evidencia o potencial transformador da arte nas discussões comunitárias. O discurso ampliou o debate sobre como a cultura periférica impacta diretamente a construção de uma sociedade mais justa.

FONTE/CRÉDITOS: Thays Andrade