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O Alto Comando Militar da Guiné-Bissau declarou nesta quinta-feira que não existem condições de segurança suficientes para permitir o retorno do ex-presidente Umaro Sissoco Embaló ao território nacional. A decisão foi anunciada após o líder deposto manifestar o desejo de voltar ao país africano para concorrer às próximas eleições.

Segundo a nota oficial emitida pelos militares, a medida baseia-se exclusivamente em exigências de preservação da ordem pública. O grupo que governa o país desde o golpe de Estado de novembro passado reforçou que as proibições a manifestações políticas continuam válidas.

Em resposta publicada nas redes sociais, a equipa de Umaro Sissoco Embaló pediu serenidade aos apoiantes e afirmou aguardar que as restrições impostas pelas autoridades de transição sejam levantadas em breve para garantir um pleito seguro.

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Umaro Sissoco Embaló foi afastado do poder em 26 de novembro de 2025, durante um movimento liderado pelo general Horta Inta-a. Apesar do afastamento, o ex-presidente planeava o seu regresso voluntário e confirmou recentemente a intenção de disputar a presidência no pleito marcado para dezembro.

FONTE/CRÉDITOS: Vitor Lúcio Andrade