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Um incêndio de grandes proporções atingiu o Hospital Central de Maputo na manhã deste domingo (1º), destruindo parcialmente o único serviço público de oncologia de Moçambique. Apesar da gravidade do incidente, cujas causas ainda estão sob investigação, as autoridades confirmaram que não houve vítimas fatais ou feridos.
Segundo o ministro da Saúde, Ussene Isse, as equipes de emergência agiram com rapidez e conseguiram retirar 22 pacientes internados no setor. Todos os doentes foram transferidos em segurança para outra área do complexo hospitalar, onde seguem devidamente acomodados e sob assistência médica.
Impacto nos tratamentos e mobilização
O ministro ressaltou que a prioridade máxima é assegurar a continuidade do atendimento enquanto é feito o levantamento dos estragos. Contudo, a destruição da estrutura gera forte preocupação, pois pode afetar diretamente procedimentos especializados e essenciais, como as sessões de quimioterapia.
Diante da gravidade da situação, a primeira-ministra Benvinda Levi fez um apelo público pela solidariedade nacional para a reconstrução do espaço. O pedido foi reforçado por Ivete Alane, ministra do Trabalho, Gênero e Ação Social, que destacou a urgência de restabelecer os serviços que atendem milhares de homens e mulheres no país.
Autoridades locais e órgãos competentes já instauraram perícias para determinar o que provocou as chamas. O governo moçambicano garantiu que está coordenando ações integradas para acelerar as obras de recuperação e conter os prejuízos aos pacientes que dependem da unidade.
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