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Diante de um cenário político decisivo, pensadores e ativistas da Frente pela Vida divulgaram propostas emergenciais para assegurar a soberania digital no Sistema Único de Saúde (SUS). O documento defende a necessidade urgente de combater o colonialismo tecnológico e o capitalismo de vigilância, garantindo que a transformação digital da saúde pública brasileira sirva aos interesses da população e fortaleça a democracia.
Elaborado por especialistas como Ilara Hämmerli Sozzi de Moraes, Deivison Faustino, Fernando Aith e Sergio Amadeu, o material aponta caminhos estruturantes. O objetivo principal é blindar os dados sensíveis dos cidadãos contra a mercantilização e estabelecer diretrizes éticas rigorosas para o uso de tecnologias e inteligência artificial no atendimento médico.
Entre as principais medidas discutidas estão a criação de instâncias de participação popular, o estabelecimento de políticas de equidade algorítmica e a proibição expressa da comercialização de informações de saúde. Os autores reforçam que a infraestrutura tecnológica do país precisa ser pública e independente, afastando o risco de controle estrangeiro sobre dados estratégicos.
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