Espaço para comunicar erros nesta postagem
Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
O setor de mineração, focado no polo de alumínio que vai da bauxita à alumina, passa por um processo gradual de desnacionalização na Amazônia, conforme aponta análise de Lúcio Flávio Pinto publicada na Amazônia Real.
A Mineração Rio do Norte iniciou suas atividades em 1979 como o primeiro grande projeto da região. Após idas e vindas com a canadense Alcan, a então estatal Companhia Vale do Rio Doce assumiu o controle, transformando a empresa na maior produtora brasileira de bauxita.
Anos mais tarde, em 2019, a Vale concluiu a venda de sua fatia de 40% na MRN para a Ananke Alumina S.A., ligada à norueguesa Norsk Hydro ASA. A transação fez parte de um programa de desinvestimento da mineradora.
Segundo a companhia, o objetivo foi simplificar o portfólio e reduzir riscos. Outras gigantes do setor, como a South32 e a Glencore, também ampliaram suas participações acionárias no polo produtivo ao longo dos últimos anos.
Para especialistas, essa onda de mudanças ocorre de forma discreta e sem amplo debate público. O controle das operações na Amazônia fica cada vez mais concentrado nas mãos de corporações estrangeiras.
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se