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O escândalo do Banco Master gerou impactos divididos nas urnas do primeiro turno, punindo determinados políticos enquanto poupou outros. No início do ano, pesquisas indicavam forte rejeição a nomes citados no caso, mas o resultado das eleições mostrou que o comportamento do eleitor variou bastante pelo país, sem condenações formais aos citados, que negam irregularidades.
Ciro Nogueira (PP-PI), ex-chefe da Casa Civil e investigado pela Polícia Federal por relações com Daniel Vorcaro, ficou de fora da reeleição ao Senado no Piauí. O inquérito aponta conexões em mudanças no Fundo Garantidor de Créditos e viagens aos Alpes. No Maranhão, Weverton Rocha (PDT) também amargou a derrota na corrida senatorial.
Por outro lado, figuras como Jaques Wagner (PT-BA) e Hugo Motta (PB) conseguiram se eleger ou reeleger, mesmo com menções de seus nomes em investigações correlatas. Em São Paulo, o deputado Mario Frias (PL) garantiu sua vaga, enquanto Nikolas Ferreira (MG) bateu recorde de votação na Câmara Federal.
A situação de Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro avançou para o segundo turno da disputa presidencial. Investigações apontam ligações financeiras com o banqueiro, incluindo produções audiovisuais. O candidato negou as acusações repetidas vezes ao longo da campanha, gerando debates sobre a transparência de suas declarações públicas.
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