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Mais de cinco décadas após a celebração da independência, a Guiné-Bissau enfrenta uma severa ditadura militar, conforme aponta o ativista Yussef. O país vive sob o controle de forças armadas e milícias que restringem as liberdades fundamentais e sufocam a soberania popular.

Passados 53 anos da proclamação unilateral ocorrida em 24 de setembro de 1973, o cenário político nacional é marcado por fortes tensões. Segundo o movimento político Firkidja de Púbis, a atual estrutura de poder utiliza táticas de opressão semelhantes às de períodos coloniais para dominar a população.

O ativista também criticou os desdobramentos institucionais recentes, argumentando que a transição política e as reformas constitucionais funcionam como um simulacro. Para ele, o contexto atual impede a realização de eleições livres, justas e verdadeiramente democráticas no território guineense.

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Diante desse cenário de exceção, a oposição e os movimentos sociais enfrentam grandes barreiras para atuar. A mobilização popular e a solidariedade internacional são apontadas como caminhos essenciais para reverter o quadro político e restaurar a ordem democrática na Guiné-Bissau.

FONTE/CRÉDITOS: Vitor Lúcio Andrade