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Moçambique assinou novos acordos de serviços aéreos com São Tomé e Príncipe e com a Guiné-Bissau. O objetivo central é estreitar os laços entre os países lusófonos, pavimentando o caminho para futuras rotas que beneficiarão o turismo, os investimentos e a circulação de cidadãos.
Emanuel José Chaves, presidente da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique, esclareceu que os pactos criam a base jurídica indispensável para futuras operações. Contudo, a assinatura não garante o início imediato de voos diretos.
Durante o seminário sobre o setor em Maputo, o dirigente reforçou o empenho da comunidade em gerar maior integração. Destinos, diretrizes gerais e permissões já constam nos documentos recém-firmados.
Cabe agora às companhias aéreas estudar a viabilidade financeira e a demanda real por essas linhas. Atualmente, viajar entre os territórios exige escalas em cidades como Luanda ou Lisboa.
A expectativa oficial é que a futura malha aérea reduza custos operacionais e o tempo de viagem. Sem essa estrutura legal prévia, nenhuma empresa do setor conseguiria operar voos regulares, concluiu o regulador.
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