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Na noite deste domingo (5), a cantora faturou quatro premiações na 65ª edição do evento e atingiu a marca de 32 gramofones.
"Quero agradecer a Deus por me proteger (…) Gostaria de agradecer ao meu tio Johnny, que não está aqui, mas está aqui em espírito", disse. Ela agradeceu aos pais, marido e três filhos. "Gostaria de agradecer à comunidade queer por seu amor e por inventar esse gênero", completou.
Assim, a artista superou o maestro Georg Solti, que detinha a honrosa marca com um total de 31 premiações e morreu em 1997. Beyoncé deu start na noite de premiações vencendo o Grammy de melhor gravação de dance/música eletrônica por "Break My Soul", o principal hit do Renaissance. Na sequência, ela também levou o prêmio por melhor canção de R&B, graças ao trabalho "Cuff It", e melhor álbum de dance/eletrônica.
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Ao todo, Beyoncé chegou à 65ª edição do Grammy com nove indicações — já ocupando o posto de mais indicada da premiação. Apesar de ser a maior vencedora da premiação, a última - e única - vez que a artista venceu uma das categorias principais foi em 2010, quando levou o prêmio de "Canção do Ano" com o "Single Ladies". Internautas chamaram atenção para o desempenho de Beyoncé na categoria de "Álbum do Ano", tendo perdido na noite de ontem pela 4ª vez consecutiva para um artista branco.
Fonte: Splash UOL
Adaptação: @barbaradeandradde
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