Visando a preparação para o Carnaval de 2027 no Rio de Janeiro, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Raphaela e Feliciano vivencia forte emoção ao defender o pavilhão no marco histórico do centenário da Estácio de Sá. A responsabilidade do próximo desfile ganha proporções ainda maiores devido ao rico legado da tradicional agremiação do samba carioca.

Sonho de infância e retribuição na avenida

Com 25 desfiles na carreira, Raphaela destaca que defender a bandeira centenária traz um sentimento diferenciado. Ela ressaltou a honra de empunhar um pavilhão que já pertenceu a grandes ícones da folia. Para a porta-bandeira, a proximidade da celebração motiva a busca constante pela excelência nos ensaios.

Para o mestre-sala Feliciano, a oportunidade representa a concretização de um sonho de infância. O sambista revelou ter conhecido o universo carnavalesco por meio da própria agremiação. Estar à frente da apresentação no momento em que a escola comemora 100 anos é encarado por ele como uma gratificante retribuição à sua história pessoal.

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Sintonia, dedicação e surpresas no figurino

A preparação da dupla envolve trabalho intenso e grande parceria com a coreógrafa da equipe. Raphaela elogiou a dedicação do companheiro, destacando sua constante busca por inovação nos movimentos. Por sua vez, Feliciano enalteceu a altivez, força e determinação demonstradas por sua parceira de dança.

Sem revelar detalhes para manter o mistério, o casal adiantou que o figurino para o espetáculo já está definido. Ambos garantem que as fantasias serão marcadas por forte representatividade e beleza, à altura da celebração centenária na Marquês de Sapucaí.

FONTE/CRÉDITOS: Thays Andrade