Espaço para comunicar erros nesta postagem
Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
Durante um painel no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) alertou que o avanço de processos do Patrimônio Mundial ocorre frequentemente sem o consentimento livre, prévio e informado dos povos indígenas.
Representado por Paulo de Tarso Lugon Arantes, o Cimi destacou que a falta de participação efetiva das comunidades gera graves consequências. Entre os problemas apontados estão a desapropriação, a restrição ao acesso a terras ancestrais e a mercantilização de sítios sagrados.
A intervenção reforçou que as políticas de preservação precisam estar alinhadas aos direitos já garantidos internacionalmente. Sistemas de governança tradicionais são essenciais para assegurar a autonomia e a sobrevivência cultural dessas populações.
O Cimi lembrou que a Convenção da ONU estabelece que as comunidades devem participar ativamente de decisões sobre seus territórios. A entidade exigiu mudanças estruturais para impedir que as normativas globais funcionem como ferramentas de exclusão.
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se