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A artista Pétala Lopes comanda em São Paulo a oficina gratuita “O Álbum Que Me Cabe: Peito do Céu”, nos dias 4, 11 e 18 de novembro de 2026. Realizada na sede da Ação Educativa, a atividade faz parte da programação do Novembro Negro e propõe uma investigação coletiva sobre memória, ancestralidade e pertencimento por meio da revisão de fotografias e narrativas pessoais.

Revisitando os álbuns de família como gesto de resistência

Em um contexto marcado pelo apagamento de memórias e pela imposição de modelos tradicionais, a oficina questiona quem aparece nos registros fotográficos oficiais e quais histórias foram deixadas de fora. Inspirada na exposição homônima em cartaz na instituição, a proposta utiliza experimentações visuais para debater a legitimidade de diferentes vínculos familiares.

O projeto abre espaço para experiências LGBTQIA+ e para a valorização de redes de afeto que ultrapassam os laços puramente biológicos. Segundo a artista, a família também pode ser construída a partir de amizades, encontros e alianças escolhidas ao longo da vida.

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A iniciativa integra uma agenda dedicada à preservação da memória social como instrumento de luta por uma sociedade mais democrática e antirracista. Nesta edição, o evento homenageia Petronilha Gonçalves e Silva, grande referência na luta pela educação antirracista no Brasil.

  • O quê: Oficina “O Álbum Que Me Cabe: Peito do Céu”
  • Quando: 4, 11 e 18 de novembro de 2026, das 19h30 às 21h30
  • Onde: Ação Educativa – Sala 12, São Paulo (SP)
  • Inscrições: Gratuitas, limitadas a 20 vagas - https://aeduc.typeform.com/OficPeitoDoCeu

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas online através da plataforma de atendimento da instituição. Com vagas limitadas, a atividade busca reunir o público interessado em debater identidade, representatividade e a reconstrução de arquivos visuais cotidianos.