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O ministério da Defesa de Moçambique assegurou nesta segunda-feira que está a adotar todas as medidas necessárias para garantir a proteção civil em Marrupa, localizada na província do Niassa, após uma incursão armada atribuída a grupos extremistas na região.
A garantia foi reforçada pelo porta-voz da pasta, Omar Saranga. O posicionamento oficial ocorre em meio a relatos de que os criminosos estariam a exigir resgates pela libertação de ao menos 10 reféns capturados durante um ataque à Coutada de Marangira.
Entre as vítimas mantidas em cativeiro estão sete menores de idade e três adultos, incluindo cidadãos estrangeiros. O sequestro aconteceu no dia 3 de setembro, mobilizando forças de segurança para a zona tampão da reserva especial de Niassa.
Estratégia dos grupos armados
Segundo o porta-voz Omar Saranga, o principal objetivo no momento é preservar a soberania estatal, salvaguardar os civis e neutralizar os focos de violência. A tática dos extremistas baseia-se na alta mobilidade de pequenos grupos.
Essas células aproveitam a extensão territorial e a baixa densidade demográfica de áreas isoladas para praticar saques e intimidações. As autoridades reforçaram o policiamento local para conter novos episódios de instabilidade.
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