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A Aliança Patriótica Inclusiva - Cabaz Garandi (API-CG) formalizou um pedido para abrir conversações diretas com o Alto Comando Militar que governa a Guiné-Bissau desde 26 de novembro de 2025. O objetivo da coligação é estabelecer um canal de diálogo que permita definir os rumos da transição política no país.
Em comunicado oficial assinado nesta quarta-feira, 4 de novembro, pelo presidente da organização, Jorge Fernando Gomes, o grupo defende a criação de um Pacto Político Nacional. A coligação, que deu suporte à candidatura presidencial de Fernando Dias da Costa, busca clareza sobre o cronograma de transição.
A API-CG manifestou apoio à recente libertação de civis e militares que estavam detidos sob ordens do comando militar. Segundo a nota, a medida é vista como um gesto de humanidade e um passo essencial para promover a reconciliação nacional e fortalecer o respeito pelo Estado de direito.
A coligação instou o Alto Comando Militar a manter os esforços de diálogo, visando reforçar a confiança entre os cidadãos e trabalhar pelo restabelecimento da ordem constitucional. A organização reforçou que a estabilidade do país depende de um processo inclusivo que envolva todos os atores sociais e políticos.
Por fim, o documento enfatiza que a paz duradoura na Guiné-Bissau é inalcançável sem a combinação de justiça, direitos fundamentais e diálogo permanente. O apelo busca mobilizar a sociedade em prol da unidade nacional.
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