Nesta segunda-feira (24), a Polícia Federal (PF) e a Força Tarefa Marielle e Anderson (FT-MA), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio (Gaeco/MPRJ), realizaram a primeira fase da Operação Élpis, que investiga os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, bem como a tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves.

O ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, foi preso no Rio de Janeiro como parte dessa investigação. Em junho de 2020, ele já havia sido preso sob a acusação de obstruir as investigações sobre a execução de Marielle e Anderson. Corrêa também foi implicado na ocultação de armas que pertenciam a Ronnie Lessa, apontado como o executor da vereadora.

As autoridades cumpriram um mandado de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão na região metropolitana do Rio. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, expressou confiança nas investigações. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, também comentou o avanço das investigações.

Publicidade

Leia Também:

Esse desdobramento é considerado um passo importante para solucionar o crime que abalou o Rio de Janeiro e levanta novas questões sobre quem pode ter sido o mandante do assassinato político de Marielle e Anderson.

#OperaçãoÉlpis #PrisãoExBombeiro #InvestigaçãoMarielle #AssassinatoRio #PFnoRio #JustiçaMarielle #QuemMandouMatar #CrimePolítico #MorteMarielle #CasoAnderson