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A campanha oficial para as eleições em São Tomé e Príncipe teve início neste sábado, mobilizando sete forças políticas no arquipélago até a votação legislativa, autárquica e regional marcada para 27 de setembro.

Entre os concorrentes figuram a Ação Democrática Independente (ADI), atualmente no poder, e o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), principal partido de oposição. Também disputam o pleito o Movimento Basta, PCD, MDFM, Partido Nossa Terra e a coligação MCI-PS/PUN.

Decisão judicial restringe candidatura de coligação

O arranque das mobilizações foi marcado por uma decisão do Tribunal Constitucional, que rejeitou listas da coligação MCI-PS/PUN em diversos círculos eleitorais após constatar irregularidades nas candidaturas.

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O presidente da corte, Artur Vera-Cruz, explicou a medida: "Nós acabamos de concluir um trabalho que, no fundo, resultou na eliminação ou rejeição daquelas candidaturas que não foram subscritas pelos respetivos candidatos".

A decisão baseou-se em denúncias de falsificação de assinaturas, acusação rejeitada pela liderança da coligação, encabeçada por António e Domingos Monteiro. Com a restrição, a aliança só poderá concorrer nos distritos de Água Grande, Caué e na Região Autónoma do Príncipe.

Disputa por 55 assentos no parlamento

Estão em jogo 55 cadeiras na Assembleia Nacional, e a força política vencedora será encarregada de formar o novo governo. O pleito ocorre poucos meses após a reeleição do presidente Carlos Vila Nova, em julho.

De acordo com dados da Comissão Eleitoral Nacional, o arquipélago soma mais de 146 mil cidadãos inscritos para votar, registrando um aumento de quase quatro mil eleitores em relação às últimas eleições presidenciais.

FONTE/CRÉDITOS: Vitor Lúcio Andrade