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Durante a COP30 em Belém, a aprovação do Plano Nacional de Cuidados e do Plano de Ação de Gênero destacou a urgência de proteger mulheres negras. Esses grupos sofrem de forma desproporcional com as emergências climáticas e o racismo ambiental no Brasil.

A economia feminista e antirracista demonstra que a invisibilidade do trabalho reprodutivo empurra essas trabalhadoras para a informalidade. Elas assumem a sobrecarga dos serviços domésticos sem a devida proteção social ou apoio financeiro adequado.

Quando ocorrem eventos extremos ou faltam serviços públicos básicos, a carga de trabalho invisível aumenta drasticamente nos lares. Portando, investir em infraestrutura de resiliência e valorizar o cuidado é uma estratégia macroeconômica indispensável para a justiça social.

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FONTE/CRÉDITOS: Washington Andrade