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A campanha para as eleições legislativas em São Tomé e Príncipe deu início a uma semana marcada por debates intensos e forte mobilização no arquipélago. A emissora RFI tem acompanhado o processo de perto, ouvindo os diferentes cabeças de lista para compreender as propostas apresentadas à população.
No terreno, contudo, o arranque foi sinónimo de tensão. Registaram-se barricadas nas estradas e a polícia procedeu à detenção de 26 pessoas. As autoridades locais asseguram que a situação atual se encontra normalizada.
O subcomissário e porta-voz da Polícia Nacional, Ulisses da Cruz, deixou um aviso claro. A corporação não tolerará atos de desordem pública ao longo do período de campanha eleitoral.
Em Moçambique, o partido Anamola exigiu uma investigação célere e independente sobre o assassinato do seu coordenador de mobilização política. Ilídio Facitela foi sequestrado em sua casa e encontrado morto horas depois.
Já na Guiné-Bissau, o Alto Comando Militar determinou que as sedes partidárias fiquem a pelo menos 500 metros de órgãos de soberania e hospitais. A decisão afeta diretamente o PAIGC e o Madem G-15.
Por fim, em Cabo Verde, concluiu-se o prazo para a submissão de candidaturas presidenciais. Um total de dez candidatos formalizou a sua respetiva participação no sufrágio.
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