Depois de mais de 30 anos de carreira, Margarete Mendes gravará neste sábado, 15 de agosto, o primeiro audiovisual de sua trajetória artística. Ao lado da Banda Mojubá, a cantora apresenta “Margarete Mendes – A Negona do Axé canta sua ancestralidade”, a partir das 15h, no Cacique de Ramos. Os ingressos estão à venda pelo Sympla e também poderão ser adquiridos na bilheteria no dia do evento.

A gravação acontecerá no Cacique de Ramos, o Doce Refúgio, onde Margarete se apresenta regularmente aos domingos. O audiovisual terá participações de Enzo Belmonte, Philippe Barbosa e Grupo Bom Astral, além das performances de Celynho Show, interpretando Zé Pelintra; Mirian D’Navalha, representando Maria Navalha; e Cris Camargo. Jorge Luiz Jerônimo será o mestre de cerimônia.

A programação começa com o Grupo Caciqueando e terá ainda shows de Nego Damoé e Joia do Couro. 

Margarete Mendes já se apresentava no Cacique de Ramos quando Bira Presidente a batizou e a elevou à condição de intérprete do bloco nos desfiles. A partir desse reconhecimento, a cantora passou a integrar o elenco fixo da casa. Essa relação se estende à gestão de Karla Presidente e conta com o apoio do vice-presidente Márcio Nascimento para a gravação de seu primeiro audiovisual.

A gravação também marcará o lançamento de uma composição inédita de Evandro Alves em homenagem a Margarete Mendes.

Serviço

Margarete Mendes – A Negona do Axé canta sua ancestralidade
Data: 15 de agosto (sábado)
Horário: 15h
Local: Cacique de Ramos
Endereço: Rua Uranos, 1326, Olaria, Rio de Janeiro
Ingressos: Sympla e bilheteria no dia do evento
Informações: (21) 3251-4374

 

 

 

Mais sobre:

Nego Damoé 

Cantor da Zona Norte do Rio de Janeiro, Nego Damoé iniciou sua formação musical ainda na infância. Ex-integrante da banda de Ferrugem, desenvolve carreira solo no samba e no pagode e é criador do projeto Samba de Rua, realizado em Madureira.

Joia do Couro

Cantor, compositor e agente cultural paulista, Joia do Couro dedica-se ao samba de terreiro, às cantigas tradicionais e às manifestações culturais de matriz africana. Com apresentações em diferentes estados brasileiros, tornou-se uma das referências desse segmento.

FONTE/CRÉDITOS: Nayra Cezari