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O ex-presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Capitão Guimarães, adotou tom cauteloso ao comentar a possível ampliação do Grupo Especial do Rio de Janeiro para 2028. Durante participação no podcast “Só se for agora”, conduzido por Jorge Perlingeiro, ele ressaltou que qualquer mudança no formato atual exige suporte estrutural sólido por parte do poder público municipal.
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A discussão central envolve manter doze agremiações ou expandir para treze escolas na elite da folia. Para o dirigente, avançar sem planejamento pode prejudicar a qualidade dos desfiles e desestruturar as ligas envolvidas.
“Temos que definir se vão ser 13 ou 12 para o Carnaval 2028. O presidente da Liga fez alguns pedidos para Prefeitura do Rio, como a construção de novos barracões, mas nada ainda foi realizado”, declarou Capitão Guimarães durante a entrevista.
O veterano do samba explicou que apoiará a expansão apenas se a prefeitura assegurar as condições financeiras e operacionais necessárias. Nesse cenário idealizado por ele, o formato conteria a promoção de apenas uma escola da Série Ouro, sem rebaixamentos.
O assunto seguirá sob debates intensos entre a diretoria da Liga, as escolas de samba e os representantes municipais antes da oficialização do regulamento para os próximos desfiles oficiais.
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