O diplomata Ernesto Mané levou um importante debate sobre a escassez de diversidade na diplomacia brasileira para a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), no Rio de Janeiro. Ao palestrar na Casa República, ele trouxe reflexões profundas a respeito de representatividade, ancestralidade e identidade dentro do serviço exterior do país.

No encontro realizado na última sexta-feira (24), Mané integrou o painel intitulado “A diplomacia da palavra no romance contemporâneo”. O debate contou também com os escritores e diplomáticas Alexandre Vidal Porto e João Bayão, além da mediação promovida pela jornalista Clara Becker.

A partir do seu livro “Antes do Início”, o autor detalhou a ponte entre sua trajetória pessoal e a memória coletiva da diáspora africana, reforçando os desafios enfrentados por profissionais negros ao ocuparem espaços historicamente elitizados.

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FONTE/CRÉDITOS: Thays Andrade