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Um levantamento recente divulgado pela Fundação do Câncer alerta que o melanoma não está restrito apenas à pele. Com origem nas células produtoras de melanina, essa neoplasia maligna também pode surgir em mucosas, olhos e órgãos internos, apresentando alta agressividade e potencial de metástase.

A 12ª edição do boletim da instituição foca justamente na análise desse tumor raro e letal. A publicação destaca que o primeiro passo para enfrentar a doença é o conhecimento detalhado para aprimorar a prevenção e o diagnóstico precoce.

Desafios no tratamento

No âmbito do Sistema Único de Saúde, a cirurgia segue como o principal procedimento inicial para a remoção da lesão. Contudo, especialistas apontam que o acesso a terapias inovadoras ainda encontra barreiras financeiras e logísticas.

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A introdução de imunoterapias representou um avanço expressivo na sobrevida de pacientes em estágios avançados. No entanto, o custo elevado desses medicamentos exige novas estratégias de negociação e centralização de compras pelo Ministério da Saúde.

Dados epidemiológicos

A pesquisa avaliou dezenas de milhares de registros hospitalares no Brasil, evidenciando que a maioria dos casos ocorre na pele. Ainda assim, as manifestações oculares e em mucosas exigem atenção redobrada devido à dificuldade de detecção precoce.

O estudo completo da Fundação do Câncer pode ser consultado neste link.

FONTE/CRÉDITOS: Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil