Historicamente, o Vasco sempre esteve à frente das lutas pelas causas sociais. Na próxima quinta-feira, antes do duelo contra o Grêmio, em São Januário, pela Série B, às 20h, o clube carioca irá homenagear personalidades negras com a medalha "Pai Santana". A honraria antirracista será em homenagem ao ex-massagista, figura lendária do Gigante da Colina. 
 
Dessa forma, na quinta, onze personalidades serão homenageadas na primeira edição do projeto. Entre eles, está o técnico Roger Machado, do próprio Grêmio, o ex-goleiro Aranha, que foi vítima de racismo em um confronto contra a equipe gaúcha quando defendia a meta do Santos, pela Copa do Brasil, em 2014.

Além deles, os cantores Emicida e Mano Brown também serão homenageados, assim como a atriz Taís Araújo, o sociólogo Celso Athayde, o jornalista Flávio Oliveira, o estudante Fatou Ndiaye e o historiador e professor Júnior. 

Outros três nomes importantes que estarão receberão a honraria são: a jornalista Flávia Oliveira, o religioso e educador Frei David e o diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho. 

O Vasco reforça a sua luta por inclusão e respeito e relembra capítulos de sua centenária história como a 'Resposta Histórica' de 1924. A honraria foi criada pelo Departamento de Responsabilidade Social e História e do Marketing.

Eduardo Santana foi um dos grandes símbolos vascaínos de união entre as pessoas de diferentes credos e etnias. Ele era figura cativa  ao longo dos anos de glória do clube e viu diante de seus olhos surgir craques que ficaram eternos no imaginário do torcedor: Roberto Dinamite, Romário, Edmundo, Juninho e Felipe. 

Confira a lista dos homenageados:

Roger Machado, técnico do Grêmio

Aranha, ex-goleiro

Taís Araújo, atriz

Celso Athayde, sociólogo

Emicida, cantor e compositor

Fatou Ndiaye, estudante

Flávia Oliveira, jornalista

Frei David, religioso e educador

Mano Brown, cantor e compositor

Marcelo Carvalho, diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol

Professor Júnior, historiador