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Black music é celebrada na noite carioca

Cultura

Black music é celebrada na noite carioca

Festa Meu Black reúne Orochi, Chefin e mais oito DJs neste sábado

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A nova edição da Festa Meu Black acontecerá neste sábado (2 de julho), a partir das 20h, no Faro Rooftop, no Leblon, no Rio, com shows dos rappers Orochi e Chefin. Uma celebração à black music, o evento chega aos dez anos reunindo o melhor do rap, trap, hip hop e funk. Nas pick-ups, um time de oito DJs se apresentará na noite, que contará com a DJ Tamy como residente e mestre de cerimônias.

À frente da gravadora Mainstreet Records atualmente, Orochi começou aos 14 anos a percorrer o circuito das batalhas de rap, fazendo nome nas rodas. Com milhões de seguidores e mais de um bilhão de plays em músicas, é uma das maiores referências do rap nacional. Coleciona hits como "Amor de fim de noite", "Lobo" e "A cara do crime 3", recém-lançado em parceria com Filipe Ret, MC Poze do Rodo e Bielzin. Chefin, que também é da gravadora, conquista streams, já apareceu no topo da "Billboard Brasil" e lançou trabalho com o britânico Ed Sheeran, recentemente.

Além dos cantores, a DJ Tamy conduzirá a galera, ao lado dos DJs Michel, PH, Tuca, Kaique, Will Ow, Bibi Gracio e Nickio. Uma turma da pesada.

Do início da festa, na Ladeira dos Tabajaras, para cá muita música boa passou pelas pistas com Meu Black. Se no DNA da festa há a força do hip hop, a diversidade dá o tom. Já estiverem por lá nomes do funk e grupos como o Melanina Carioca. Sempre em movimento, o agito passou por várias comunidades cariocas, como Cantagalo e Vidigal.

Um dos sócios da festa, William Reis está animado com a nova edição da Meu Black. “Sempre curti a festa, adorava o clima e conhecia os produtores. Nos aproximamos mais com o projeto Segunda Chance, primeira agência do mundo para egressos, e fechamos essa primeira parceria em outro evento. Quando a gente fala de Meu Black, vem a questão da diversidade no meio artístico e de quem está trabalhando. Como ela é feita na Zona Sul do Rio, ajudo a quebrar a barreira geográfica, trazendo pessoas da Zona Norte e Zona Oeste, conectando grupos. Hoje a gente pensa nisso como prioridade. Temos o pensamento que a maioria dos cantores e DJs tem que ser negros. Meu Black renasce com novo conceito, impactada pelas discussões raciais e como fazer essa diversidade acontecer”, conta William, que é coordenador executivo do Afroreggae, responsável pelo Segunda Chance.

Serviço:

Meu Black com Orochi, Chefin e DJs. Faro Rooftop. Av. Niemeyer 101, Leblon. 2 de julho, 20h.

De R$ 80 (pista) a R$ 140 (área vip) - 4º lote. Ingressos pelo https://www.ingresse.com/meu-black-02-07

Classificação: 18 anos

 

FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Orochi. Foto Divulgação Pedro Darua
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