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O filme “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, estrelado pela renomada escritora Conceição Evaristo e por Norberto Novais Oliveira, conquistou o prêmio de melhor longa-metragem pelo júri oficial no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A cerimônia de premiação ocorreu no último sábado (19), nas dependências do Cine Brasília.

Sob a direção de André Novais Oliveira, a obra também se destacou nas categorias de melhor roteiro e melhor figurino. Além disso, os protagonistas Conceição e Norberto foram honrados com uma menção especial do júri por suas performances marcantes nas telas.

Esta produção marca a primeira experiência de Conceição Evaristo como atriz cinematográfica, aos 79 anos de idade. Na narrativa, ela dá vida à personagem Jacira na fase idosa, dividindo a cena com Norberto Novais Oliveira.

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Com locações em Minas Gerais, o enredo retrata a trajetória de Gilberto e Jacira ao longo de cinco décadas. A história mescla vivências cotidianas, resgate de memórias, o processo de luto e pitadas de ficção científica.

O longa já havia chamado atenção internacionalmente ao marcar presença na mostra Panorama do Festival de Berlim. Para o diretor André Novais Oliveira, esta é a segunda vez que ele vence na categoria principal do evento brasiliense, repetindo o feito de 2018 com o filme “Temporada”.

A quinquagésima nona edição do evento mobilizou cerca de 35 mil espectadores ao longo de nove dias de exibições. Já a preferência do júri popular consagrou a obra “Tudo é Tempo”, dirigida por Marcos Guttmann.

FONTE/CRÉDITOS: Thays Andrade