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O Quilombo do Campinho, em Paraty (RJ), recebe, entre os dias 24 e 26 de julho, a quarta edição da Flip Preta. Com entrada gratuita, o festival reúne escritores, artistas, pesquisadores e representantes de territórios tradicionais em uma programação dedicada à produção intelectual negra.
Temas e participantes previstos
A proposta da edição é articular eixos como literatura negra, música, educação e economia criativa. A programação inclui atividades que conectam produção literária, práticas culturais e iniciativas de fomento econômico.
Estão previstos encontros com escritores, artistas, pesquisadores e representantes de territórios tradicionais, em sessões abertas ao público no Quilombo do Campinho.
Histórico e importância
Criada em 2019, a Flip Preta chega à quarta edição consolidada como um espaço de interlocução entre a produção intelectual negra e as comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro.
O festival tem se posicionado como um fórum de visibilidade e protagonismo negro, reunindo atores culturais e acadêmicos em torno de temas centrais para a preservação e valorização de saberes e práticas locais.
Retornos esperados e presença comunitária
A realização no Quilombo do Campinho reforça a relação entre eventos culturais e dinâmicas de economia criativa, com acesso público gratuito à programação como elemento de ampliação do alcance das atividades.
A Flip Preta mantém, nesta edição, o foco em articular literatura, cultura quilombola e iniciativas que promovam redes culturais e econômicas locais.
Foto: Divulgação
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