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No dia 28 de maio de 2025, o artista Zamba, lança ZAMBAPIANO, um álbum que não apenas mistura ritmos, mas também reconecta histórias. Em seu segundo disco, o artista se firma como voz potente da diáspora africana no Brasil, criando uma obra que é reencontro, cura e posicionamento político.
O nome une “Zamba” — referência direta à sua ancestralidade africana materna — e “amapiano”, gênero sul-africano nascido nos guetos de Joanesburgo e hoje reverberando globalmente. Mas aqui, Zamba vai além da fusão estética. Ele constrói pontes reais com o continente africano, convidando para o projeto artistas como DANDY Bj (Benin), JOSS DEE (Angola), Xander Pratt (top 10 CNN Avant Garde), LOH Mariano e Rare G, num processo criativo que teve como base a convivência, a troca e o acolhimento entre corpos que compartilham a mesma memória ancestral, ainda que em territórios distintos.
“Eu comecei a me sentir muito mais à vontade do lado dessas pessoas… A galera com quem ando, que é majoritariamente africana, me permitiu me expressar em um ritmo que, embora não tenha nascido aqui, também nos pertence”, diz Zamba. Ele relembra que, como tantos outros brasileiros negros e indígenas, cresceu sem acesso à sua própria história, apagada pela colonização.
“ZAMBAPIANO é também sobre resgate. Musicalmente, o álbum transita entre afrobeat, drill, jersey, trap e o próprio amapiano, revelando a versatilidade de um artista que se recusa a caber em rótulos. As batidas são graves, dançantes, e carregam a força da ancestralidade. Os versos são íntimos, existenciais, carregando tanto o peso quanto a beleza de ser negro em um país forjado na negação da negritude.
Se ZB El Guapo, seu álbum anterior, foi o cartão de visitas, ZAMBAPIANO é o grito de presença. Com produção de Arede Beatmaker, o trabalho consolida Zamba como um dos nomes mais inquietos da nova cena afro-diaspórica no Brasil.
Ouça na sua plataforma de streaming favorita: https://virginmusicbr.lnk.to/zambapiano
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*Mais sobre Zamba: Zamba, que começou sua trajetória em 2014 tocando em bares de São Gonçalo, carrega no peito as raízes da MPB e do rap, mas agora mergulha em sonoridades globais com a maturidade de quem já conhece o próprio caminho. É artista da Matilha, selo ligado à gravadora Mainstreet, e tem se destacado por construir uma trajetória autêntica, que cruza afetos e experimentações sonoras.
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Interlúdio Agência / Nathalia Carvalho
Interlúdio Agência / Nathalia Carvalho
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