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Thiaguinho publicou um vídeo neste sábado (18), quando Ponta Porã completou 114 anos, em que canta o hino municipal da cidade onde cresceu e afirmou que foi ali que aprendeu os primeiros acordes da sua vida.
O vídeo e a homenagem
No registro, o cantor relacionou o início da carreira ao menino que viveu pelas ruas da fronteira e declarou orgulho pela cidade. Ele disse: “Foi em Ponta Porã que eu aprendi os primeiros acordes da minha vida”.
Thiaguinho deixou ainda uma mensagem aos moradores: “Parabéns, minha querida Ponta Porã. Que Deus continue abençoando essa terra e o seu povo”, encerrando o vídeo com a frase direta “Parabéns, Ponta Porã. Eu te amo”.
Formação musical e trajetória
O texto informa que o artista nasceu em Presidente Prudente (SP) e que a família se mudou para Ponta Porã quando ele era criança; em outra passagem a reportagem aponta que viveu em Ponta Porã dos 2 anos até os 17. Filho dos professores João Antonio Jota Barbosa e Glória Maria Barbosa, ele cresceu entre a escola, a igreja e a música.
A igreja teve papel importante na rotina familiar: o pai coordenava a comunidade, a mãe participava do canto, e Thiaguinho frequentou catequese, crisma e grupo de jovens. Na adolescência chegou a considerar o sacerdócio antes de escolher a música.
O caminho pelo pagode começou na fronteira, onde aprendeu violão e cavaquinho, participou de apresentações escolares e integrou o grupo Roda Samba, criado na Magsul. A carreira ganhou projeção nacional em 2002, quando o cantor participou do programa Fama; no ano seguinte ele entrou para o Exaltasamba, permaneceu no grupo até 2012 e depois iniciou a trajetória solo.
Reencontros com a cidade
A ligação com Ponta Porã voltou a aparecer em passagens anteriores registradas pelo Campo Grande News: em 2014, Thiaguinho levou a então noiva, Fernanda Souza, para conhecer a cidade e reencontrou amigos da época de escola.
Em outra visita, em 2022, ele celebrou a chegada pelo aeroporto local com a frase “Teu filho tá de volta”. Dois anos depois, durante nova passagem por Mato Grosso do Sul, recordou a liberdade de brincar nas ruas e as experiências do período escolar.
Foto: Por Gustavo Bonotto
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