O cenário político brasileiro ainda é dominado pela branquitude. Os avanços com relação à representatividade negra são sensíveis apesar de melhores a cada eleição. Nesta última, o Brasil elegeu mais negros e mulheres. Qual deve ser a agenda das lideranças negras na política a partir de agora?

Na live com mediação de Silvany Euclênio, vamos ouvir a Coordenadora de Justiça Racial e de Gênero da Oxfam Brasil, Tauá Pires, que está à frente de um estudo sobre o resultado das últimas eleições.

Também teremos como convidada a pesquisadora quilombola, Givânia Maria da Silva, membro do Grupo de Transição de Igualdade Racial do Governo Lula.

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E teremos ainda participação da representante do colegiado de gestão do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos), Cristiane Ribeiro, que também atua como ativista do Nzinga – Coletivo de Mulheres Negras, na Rede de Mulheres Negras de MG e na Rede Mães de Luta MG.

Minibios:

TAUÁ PIRES: Historiadora pela UFPE, especialista em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça pela Universidade de Brasília– UnB, e pós-graduada em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global pela PUC-RS. Pernambucana, educadora popular, carnavalesca e sonhadora, é atualmente, coordenadora de Justiça Racial e Gênero da Oxfam Brasil. A entidade pertence à rede global da Oxfam, com atuação humanitária em mais de 90 países pelo mundo.

GIVÂNIA MARIA DA SILVA: Educadora quilombola, graduada em Letras e especialista em Programação de Ensino e Desenvolvimento Local Sustentável. Mestra em Políticas Públicas e Gestão da Educação pela UNB. Doutora em Sociologia na mesma Universidade. Integrante do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros/NEAB, do Laboratório de Terra, Grupo de Estudo Mulheres Negras e Grupo de Estudos em Políticas Públicas, História e Educação das Relações Raciais/ GEPPHERG (todos da UnB). É membro fundadora da CONAQ. Integra o Grupo de Transição do Governo Lula para a Igualdade Racial.

CRISTIANE RIBEIRO:Integrante do colegiado de gestão do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos), psicóloga, psicanalista, especialista em Práticas Socioeducativas (PUC-Minas) e Inventividades Socioculturais em Periferias (IMJA - Observatório de Favelas-RJ), e mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência (UFMG). Ativista no Nzinga –Coletivo de Mulheres Negras, na Rede de Mulheres Negras de MG e na Rede Mães de Luta MG. Membra fundadora do Coletivo Ocupação Psicanálitica que se dedica aos estudos decoloniais e psicanálise (UFMG; UFRJ; UFES; UFRB).


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