FORTALECER PARA INCIDIR: FORMAÇÃO EM PROJETOS E GESTÃO CULTURAL PARA POVOS TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA

 

O curso “Fortalecer para Incidir – Projetos e Gestão Cultural no Marco da Política Nacional de Cultura Viva”, começa nesta segunda-feira, dia 06 de abril, às 19h. 

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Estão abertas as inscrições para o curso, uma formação voltada a lideranças, coletivos, territórios e iniciativas culturais de matriz africana em todo o Brasil.

A proposta do curso parte de uma realidade conhecida: nos territórios, a cultura acontece de forma contínua, estruturada e profundamente conectada às dinâmicas comunitárias. No entanto, muitas dessas iniciativas ainda enfrentam dificuldades no acesso às políticas públicas, seja na compreensão dos editais, na elaboração de projetos ou na organização da gestão institucional.

É nesse contexto que a formação se insere.

Mais do que um curso técnico, trata-se de um percurso formativo que busca fortalecer a presença dos povos tradicionais de matriz africana nas políticas culturais, ampliando as condições de acesso, permanência e incidência nesses espaços.

Formação conectada aos territórios

O curso articula conteúdos fundamentais para quem deseja acessar editais e políticas públicas, sem perder de vista as especificidades dos territórios tradicionais.

Ao longo da formação, serão trabalhados temas como:

·         leitura e interpretação de editais;

·         elaboração de projetos culturais;

·         organização administrativa e financeira;

·         gestão de recursos públicos;

·         prestação de contas.

 

A proposta é que as pessoas participantes possam transformar as ações que já realizam em seus territórios em projetos estruturados, com mais segurança e autonomia.

 

A formação também situa a cultura como direito e como campo de disputa política.

A aula inaugural, com o tema “Povos Tradicionais de Matriz Africana: Cultura, Direitos e Políticas Públicas”, propõe uma reflexão sobre o reconhecimento desses povos como sujeitos coletivos de direitos e sobre os caminhos de participação nas políticas culturais, com destaque para a Política Nacional de Cultura Viva.

O curso parte de um princípio simples, mas fundamental: aquilo que já acontece nos territórios tem valor, organização e continuidade. Fortalecer esse trabalho é também ampliar a presença dos povos tradicionais de matriz africana nas políticas públicas, com mais autonomia, reconhecimento e capacidade de incidência.

A formação é gratuita, realizada em formato online e ao vivo, com certificação.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link:

linktr.ee/ancestralidadeafricanabr

 

Para nós, cultura é direito, e a ancestralidade africana é fundamento!

(Bàbá Paulo Ifatide)

FONTE/CRÉDITOS: Pensar Africanamente