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A semana foi marcada por forte tensão política e eleitoral em vários países da África, com destaque para a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. O cenário geopolítico do continente sofreu abalos com restrições a ex-líderes e disputas acirradas nas urnas.

Na Guiné-Bissau, o Alto Comando Militar decidiu impedir, por razões de segurança, o regresso de Umaro Sissoco Embaló, deposto em novembro de 2025. O antigo Presidente pretendia regressar ao país para concorrer às presidenciais.

Os militares afirmam que faltam condições de estabilidade. Enquanto isso, em São Tomé e Príncipe, os resultados provisórios das legislativas colocam o MLSTP à frente, aguardando validação do tribunal.

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Em Cabo Verde, o Tribunal Constitucional admitiu a candidatura de Loisito Tavares de Sousa após rever falhas na contagem. Agora, seis nomes disputam as presidenciais de 15 de novembro.

Em Moçambique, longas filas voltaram aos postos de combustível em Maputo e Matola. O Governo garantiu que o problema é estritamente logístico e assegurou o abastecimento.

Em Angola, o sindicato questionou taxas do instituto de emergência. O INEMA esclareceu que o atendimento básico pelo número 111 continua totalmente gratuito para a população.

Por fim, a Eritreia rompeu relações diplomáticas com a Etiópia após a expulsão de diplomatas. A União Africana pediu contenção urgente diante dos confrontos no norte etíope.

FONTE/CRÉDITOS: Vitor Lúcio Andrade