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Linn da Quebrada celebra mais um aniversário e a data voltou a lembrar a longa amizade com Liniker, construída desde o início da década de 2010 e marcada por convivência, apoio mútuo e superação de dificuldades. O laço ganhou novo capítulo durante o show "Bye Bye Caju", quando as artistas protagonizaram um abraço que comoveu quem assistia no estádio.
Como começou a convivência
As cantoras se aproximaram quando ainda buscavam espaço no cenário artístico e chegaram a dividir a mesma casa. A rotina compartilhada incluiu sonhos de viver da música e episódios de carência econômica, lembrados publicamente por uma das artistas durante sua participação no Big Brother Brasil 22.
Em depoimentos recordados nas redes sociais, há menções ao período inicial da amizade — anos citados pela própria dupla como marco do encontro — e à definição da relação como um laço fraterno, construído em meio a dificuldades cotidianas.
Trajetórias e reconhecimentos
No percurso profissional, Liniker consolidou-se como uma intérprete de destaque na música brasileira contemporânea, transitando entre MPB, soul, samba, jazz e R&B, e conquistou prêmios importantes da indústria, incluindo a menção de ter sido a primeira artista trans brasileira a receber um Grammy Latino.
Linn da Quebrada construiu uma carreira multifacetada como cantora, atriz e performer, e é apontada como voz ativa na defesa da diversidade, da liberdade e dos direitos da população LGBTQIAPN+.
O abraço no show e a homenagem nas redes
Durante a apresentação de Liniker no Nubank Parque, em São Paulo, a cantora desceu do palco, avistou a amiga na plateia e as duas trocaram um abraço acompanhado de demonstração de afeto que emocionou o público presente. O momento foi destaque da cobertura do evento e repercutiu nas redes.
Após a apresentação, uma postagem de homenagem nas redes sociais relembrou a trajetória conjunta desde os primeiros anos, celebrando conquistas e afirmando a importância da amizade construída ao longo do tempo. A reportagem registra que a relação atravessou dificuldades financeiras, racismo, transfobia e desafios pessoais, mantendo-se como uma referência de parceria e resistência.
Foto: Livia Nolla
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