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Entidades de direito de todo o país estão se mobilizando para cobrar do poder executivo a indicação de uma jurista negra para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia é que a escolha contribua para a promoção da diversidade na composição do tribunal, que historicamente tem sido ocupado majoritariamente por homens brancos.
A ausência de representatividade no STF é um problema que vem sendo denunciado há anos por movimentos sociais e entidades de direitos humanos. A indicação de uma jurista negra seria um importante passo para mudar essa realidade.
Dentre as várias juristas negras qualificadas para o cargo, uma das indicadas pelas entidades é a advogada e professora universitária Maria Luiza Santos Silva, que possui ampla experiência em direitos humanos e é reconhecida por seu trabalho na área.
A escolha de uma jurista negra para ocupar uma vaga no STF seria um marco histórico na luta pela representatividade no poder judiciário brasileiro. As entidades de direito seguem pressionando o poder executivo para que essa indicação seja concretizada
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