“Temos que restabelecer as politicas que foram abandonas por esse governo. As politicas de combate ao racismo passam pela formação na educação, moradia e segurança pública”, afirmou. “As políticas interrompidas nos governos Temer e Bolsonaro prejudicaram os movimentos raciais pelo Brasil.”

Pedagoga formada pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Iêda declarou que sua participação na equipe de transição é um reconhecimento pela sua militância e trabalho realizado por ela em todo o país.

A pedagoga também é coordenadora de Combate ao Racismo na Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), além de ser tesoureira-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego).

Publicidade

Leia Também:

“Temos que contribuir. Minha participação na equipe de transição é no sentido de contribuição para termos o melhor governo para o Brasil. Existe um reconhecimento desse trabalho de combate ao racismo pelos integrantes na equipe”, pontuou.

“Essa é a minha tarefa, de poder traduzir para todo Brasil uma proposta de igualdade racial baseada no que acreditamos, no respeito e na possibilidade de viver melhor e apresentar a melhor proposta para o país”, complementou.

Iêda destacou, ainda, a importância de promover uma articulação com governadores e prefeitos. “É preciso uma gestão pública para que estados e municípios possam estar caminhando nessa perspectiva de combater o racismo em todos os locais.”

“Sempre acreditei na possibilidade da troca de informações e do dialogo. Pessoas são eleitas para gerenciar as cidades e os estados e perceber o que é melhor para a população”, acrescentou. “O presidente Lula, que dá o tom das todas negociações, deve conversar com todo mundo.”

A goiana disse que ainda é cedo para falar sobre a criação de um Ministério da Igualdade Racial no próximo governo, mas que, se identificarem que esse é o melhor caminho, a proposta será discutida. “O desejo é de lutar pelo melhor governo”, reforçou.
FONTE/CRÉDITOS: Diariodegoias.com.br