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Neste dia 15/5, sexta-feira, a banda Malungo, formada por Flávia Ellen, voz, Léo Lana e Valéria Santos, voz e percussão, e Max Hebert, sanfona, que tem como caraterística abranger o que traz relevante identidade à cultura musical brasileira, que é a influência africana, lança seu primeiro single, o xote "Me erra", composição de Flávia Ellen e Clayton Neri, em todas as plataformas de streaming. Faça o prê-save aqui
"Me erra é um xote, uma canção que fala sobre um descompasso de expectativas em uma relação romântica. É um xote, uma canção que fala sobre um descompasso de expectativas em uma relação romântica.De um lado, temos alguém que se liga apenas na conquista e não se importa em ser responsável com a outra. E do outro temos a pessoa que entende seu valor e se posiciona sobre suas expectativas", conta Leo Lana.
A banda Malungo surge em 2024, mas seus integrantes têm grande experiência com carreiras de décadas de história. Primeiro veio o encontro entre Flávia Ellen e Léo Lana. “A amizade e a afinidade musical fizeram nascer, em 2024, inicialmente o projeto Forró de Malungo. Ao longo dos meses e dos ensaios, percebemos que, na verdade, queríamos fazer um som mais amplo de brasilidades, inspirado nas músicas mineira e nordestina, especialmente baiana e pernambucana”, conta a cantora. Em seguida, para costurar essa ideia, convidaram Valéria Santos, percussionista, e Kiko Ribeiro, sanfona, sendo a primeira formação da banda até o início de 2026, quando Max Hebert, sanfoneiro do Pisa na Fulô, entrou no lugar de Kiko.
Em junho, dia 5, no BarZenho, o grupo lançará seu primeiro disco intitulado Costura com oito faixas, sendo seis canções autorais e duas releituras. Com produção musical de Richard Neves, e arranjos da banda, de Kiko Ribeiro e do produtor, o disco conta com as participações de Tamara Franklin, Júlia Rocha e Esther, a malunguinha filha de Léo Lana. “Costura remete a se aproximar, conectar duas partes, tecer, embolar, misturar. Costura é se permitir passar por vários caminhos e escolher onde dar o ponto final, voltar, cortar, arrematar. É um infinito coser’, diz Lana.
Publicado por:
Camila de Ávila
Camila de Ávila é mulher preta, jornalista cultural e assessora de imprensa especializada em cultura. Lê e escreve resenhas sobre peças, shows, espetáculos de dança, livros, discos, exposições e rodas de samba.
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