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Preto Viana, ator, bailarino e empreendedor, defende maior diversidade e inclusão em todas as vertentes do meio artístico brasileiro. Com uma trajetória que abrange teatro, TV, cinema e dança, ele acredita que a representatividade é fundamental para que as produções culturais do país reflitam a pluralidade de experiências e identidades presentes na sociedade.
Sua carreira começou aos 17 anos, com uma formação em Ballet Clássico e Acrobacia Aérea Circense, destacando-se em colaborações com a renomada Intrépida Trupe. A versatilidade de Preto Viana também o levou aos palcos de musicais da Disney Brasil, sob a direção de Sergio Merjia, onde atuou por três anos. Em 2020, integrou o elenco de “A Gaiola das Loucas”, dirigido por Miguel Falabella, e recentemente esteve em “Barnum: O Rei do Show” em curta temporada no Rio de Janeiro.
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Na televisão, sua estreia foi dando vida ao personagem Beto na série “Os Outros” da Globo Play. No cinema, participou do filme “Delicadeza” (2022), dirigido por Ciça Castello. Além de ter atuado em papéis de destaque em produções como "Terra e paixão” e “ Todas as Flores”. Já no cinema, participou do filme “Delicadeza” (2022), dirigido por Ciça Castello. Em 2025 Preto Viana estreia no filme “Papagaios” dirigido por Douglas Soares. Preto Viana argumenta que a inclusão deve se estender para além do cinema, permeando também o teatro, a dança, a música e outras expressões artísticas. Ele enfatiza que a presença de pessoas negras e de outros grupos sub-representados em diferentes espaços criativos enriquece as produções, trazendo novas narrativas e perspectivas que refletem de forma mais fiel a diversidade brasileira.
Além de defender a presença pretxs, o artista , em face da intersecção, acha de extrema importância e revolução que cada vez mais cresça a presença ,tanto em relações afetivas e profissionais, de corpos trans: “acredito que este seja nosso passado, presente e futuro” dispara Preto Viana.
“Trazer nossos corpo como protagonismo e ter roteiros com nossa subjetividade,que um outro amar, sentir, desejar, é um outro medo uma outra insegurança que é atravessada sempre por nossa vivência social, que nos oprime o tempo todo, e a partir daí ver o reflexo de nossa atitudes e relações. Trazer nossos corpos como protagonismo e ter roteiros com nossa subjetividade,que um outro amar, sentir, desejar, é um outro medo uma outra insegurança que é atravessada sempre por nossa vivência social, que nos oprime o tempo todo, e a partir daí ver o reflexo de nossa atitudes e relações” completa.
Para ele, a variante artística não é apenas uma questão de justiça social, mas também uma estratégia para expandir o alcance e a relevância das produções culturais. Ao explorar histórias que fogem dos padrões tradicionais, ele acredita que é possível engajar um público mais amplo, criando obras que toquem as diversas vivências que compõem o Brasil.
Promover essa inclusão, segundo ele, não apenas amplia as possibilidades de identificação do público com as histórias contadas, mas também contribui para uma indústria mais rica, inovadora e conectada com a realidade do país. “Meu artista sempre me defendeu socialmente!!! Quando estou desconfortável ou oprimido por um lugar que por muito nosso corpo parece não pertencer, o Preto Viana se apresenta e me trás respeito e passagem, me valida “, conclui.
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