Espaço para comunicar erros nesta postagem
Criada em 1959, a personagem adulta, sofisticada, extremamente magra e loira, vem permeando o imaginário de várias gerações.
Não vi o filme, não pretendo ver. Como escreveu Shenia Karlsson “Imagina eu preta desse jeito indo pra cinema assistir barbie? Já me traumatizaram o bastante na infância”.
Não vamos conversar sobre o filme, nem podemos já que não assistimos.
Vamos conversar sim sobre esta barbiemania, que parece não ter fim, e seus impactos sobre a infância negra, sobre a construção da identidade e da autoestima das nossas crianças.
Estarão conosco a psicóloga SHENIA KARLSSON e com a empresária do ramo de brinquedos educativos, LÚCIA MAKENA.
LUCIA MAKENA: Graduação em Pedagogia (USP). Especialização em Formação de Professores (IFSP). Atualmente, cursando jornalismo pela Faculdade Cruzeiro do Sul e Roteiro para Cinema no Centro Cultural Tendal da Lapa. Micro empresária no ramo de brinquedos educativos. CEO da empresa "Bonecas Makena", onde cria, confecciona bonecas, realiza projetos culturais de arte educação e contação de histórias. Assessora de imprensa da rapper MC Soffia. Participou com textos publicados nos livros Perifeminas II, Inovação Ancestral de Mulheres Negras -Táticas e Políticas do Cotidiano e Oralituras e Pilar: Futuro-Presente, são coletâneas só com textos de mulheres negras e periféricas.
@luciamakena, @makenanews
SHENIA KARLSSON: psicóloga Clínica Especialista em Diversidade, Palestrante, Mediadora de Conflitos em assuntos raciais, Consultora em D&I, Colunista da @Geradoreu @sitemundonegro @revistaraca.
https://sheniakarlsson.com/
#pensarafricanamente
#africanidades
#infâncianegra
#barbie
Nossas notícias
no celular