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São Paulo, julho de 2026 - As férias de julho são uma oportunidade para viver novas experiências em família. O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, gerida pela Associação Museu Afro Brasil (AMAB), Organização Social de Cultura, convida crianças, jovens e adultos a explorarem exposições que apresentam diferentes perspectivas sobre a história, a arte e as culturas africanas, afro-brasileiras e da diáspora africana.
O principal destaque da temporada é "Afríquia: o artista como colecionador", com curadoria de Gabrielle Nascimento. Reunindo mais de 200 obras, entre esculturas, pinturas, máscaras, fotografias, documentos, livros, tecidos e objetos tridimensionais, a mostra apresenta a coleção de arte africana formada por Emanoel Araujo e revela sua atuação como artista, curador, museólogo e colecionador. Ao acompanhar a formação desse acervo, o público conhece as conexões construídas por Emanoel entre África, Brasil e diáspora, compreendendo como seu olhar deu origem a uma das mais importantes coleções de arte africana do país.
Também em cartaz, "Ginga – A celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica", nucléo de curadoria, reúne obras inéditas dos artistas Aston e das brasileiras - NeneSurreal e Mariana Calle para apresentar o futebol como uma manifestação cultural que atravessa fronteiras e conecta diferentes territórios do Atlântico Negro. A exposição propõe reflexões sobre identidade, pertencimento, memória e ancestralidade por meio de instalações, pinturas e intervenções que ampliam o olhar sobre o esporte como fenômeno social e cultural. Fica em cartaz até o dia 2 de agosto.
A exposição "Um Xirê para Emanoel", com curadoria de Vera Nunes, apresenta obras inéditas do artista baiano Alberto Pitta inspiradas nos orixás e na ancestralidade afro-brasileira. Em diálogo com peças do acervo do Museu, a mostra homenageia o legado de Emanoel Araujo e reafirma a força das matrizes africanas na arte contemporânea. Em cartaz até 13 de setembro.
Com curadoria de Rosa Couto, "Padê – sentinela à porta da memória" entra em suas últimas semanas de visitação. A exposição parte da simbologia de Exu, guardião das encruzilhadas e mediador entre mundos, para construir um percurso sobre ancestralidade, memória e diáspora africana. Reunindo obras históricas do acervo do Museu em diálogo com produções contemporâneas, a mostra evidencia a potência de Exu como princípio de movimento, comunicação e transformação. Em cartaz até 25 de julho , é a última oportunidade para conhecer a exposição.
Já "Popular, Populares", com curadoria de Hélio Menezes, reúne artistas negros e indígenas para ampliar as discussões sobre o conceito de arte popular. A exposição propõe um novo olhar sobre essa produção artística, valorizando diferentes técnicas, linguagens e narrativas e convidando o público a refletir sobre as fronteiras históricas que moldaram essa categoria na arte brasileira. Exposição fica em cartaz até o dia 19 de julho.
Na Marquise do Museu, a exposição "Bença! O Quilombo do Jaó pelo olhar das crianças", em cartaz até 30 de agosto, apresenta desenhos, pinturas e narrativas produzidos por crianças quilombolas, oferecendo ao público um olhar sensível sobre identidade, território e pertencimento.
Além das exposições temporárias, os visitantes podem conhecer a exposição de longa duração do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, que reúne um dos mais importantes acervos da América Latina dedicados à história, à arte e às culturas africanas, afro-brasileiras e da diáspora africana.
Serviço
Férias de Julho no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
Local: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 10, Parque Ibirapuera, São Paulo (SP)
Exposições em cartaz
● Exposição de Longa Duração
● Afríquia: o artista como colecionador (13/09)
● Ginga – A celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica (02/08)
● Um Xirê para Emanoel (até 13/09)
● Popular, Populares (19/07)
● Padê – sentinela à porta da memória (até 25/07)
● Bença! O Quilombo do Jaó pelo olhar das crianças (até 30/08 | Marquise)
Mais informações: www.museuafrobrasil.org.br
Sobre o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Museu Afro Brasil (AMAB), Organização Social de Cultura. O Museu preserva, pesquisa e comunica a história, a memória, a arte e as culturas africanas, afro-brasileiras e da diáspora africana, reunindo um dos mais importantes acervos da América Latina dedicados a esses temas.
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