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No cenário de luta pelos direitos quilombolas e igualdade racial, uma terrível tragédia ocorreu. Maria Bernadete Pacífico, líder do Quilombo Pitanga dos Palmares, na Bahia, foi brutalmente assassinada. Seis anos após perder seu filho, ela também encontrou um trágico fim. Criminosos invadiram seu terreiro e executaram-na a tiros, deixando uma comunidade devastada.
Um grito por justiça e proteção
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, ordenou uma investigação imediata, mas a dor e o clamor por justiça ecoam muito além. Bernadete Pacífico, também conhecida como Mãe Bernardete, era uma voz corajosa contra a violência e as ameaças que as comunidades quilombolas enfrentam, muitas vezes ligadas à especulação imobiliária. Seu legado de resistência e luta deve ser honrado.
A continuidade da Luta
Mãe Bernardete não apenas liderava seu quilombo, mas também havia sido secretária de Promoção da Igualdade Racial. Seu assassinato cruel é um eco doloroso de muitas lideranças quilombolas que perderam suas vidas. A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) exige ação e proteção, buscando justiça e responsabilização dos culpados.
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