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No episódio do podcast "Cabos & Cases", publicado em 16/07/2026, Ferrugem e Zé Ricardo se encontraram para falar sobre curadoria musical, algoritmos, festivais e os caminhos da música brasileira.
Curadoria além dos dados e dos algoritmos
No episódio, Zé Ricardo afirma que a curadoria vai além dos números e do desempenho nas plataformas digitais. Para o vice-presidente artístico da Rock World e criador do Palco Sunset, a descoberta de artistas continua ocorrendo "na rua", em contato com a cena musical, e não apenas por meio dos algoritmos.
O executivo ressalta, na entrevista, a importância do olhar humano na seleção de nomes e na formação de programações, posicionamento que norteou a conversa sobre limites do uso exclusivo de métricas para escolher atrações.
Festivais como espaço de descoberta e abertura de gêneros
Zé Ricardo defende que eventos como o Rock in Rio devem funcionar como espaços de descoberta, apresentando novos nomes ao público, e que o festival precisa acompanhar as transformações da música brasileira, incluindo a abertura para gêneros como o pagode.
Ferrugem relembra ainda sua estreia no Rock in Rio: conta que chegou ao evento sem saber qual seria a recepção do público e descreve o momento em que subiu ao palco e viu a plateia lotada como um dos mais marcantes de sua carreira.
Redes sociais, alcance e bastidores das escolhas
A conversa também aborda o impacto das redes sociais na música, a relação entre seguidores e alcance e o trabalho de desenvolvimento artístico. Os dois falaram sobre como essas dinâmicas influenciam tanto a visibilidade de artistas quanto os processos de seleção para grandes festivais.
O episódio traz, ainda, menções aos bastidores da escolha de atrações para grandes eventos, mantendo todas as observações e relatos atribuídos à entrevista no podcast.
Foto: Billboard Brasil
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